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Ufesba


Porto SEGURO: UFESBA NA BR-367



  Cidades do sul e extremo-sul mobilizam-se para definir as melhores localizações para os campi da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba). Itabuna estuda, pelo menos, quatro áreas para o campus do município e que abrigará a reitoria (sede). Já no extremo-sul, os deputados Amauri Teixeira (PT) e Jânio Natal (PRP) articulam para que o campus de Porto Seguro seja instalado nas imediações da BR-367, próximo ao Centro de Convenções.
No entendimento dos dois parlamentares federais, seria o local que permite fácil acesso a estudantes de outros municípios, por estar próximo da BR-101 e da vizinha (e próspera) Eunápolis. Requerimento neste sentido foi entregue por Amauri e Jânio ao ministro da Educação, Fernando Haddad.


GOVERNO PREVÊ CONCURSO DA UFESBA EM 2012


  A proposta orçamentária 2012 enviada pelo Governo Federal ao Congresso, ontem, prevê a realização de concurso público para contratar 1.755 funcionários e professores da futura Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba).

  

O vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) acredita que este é um sinal claro de que o Governo Dilma “tem a intenção de implantar logo a Universidade, e iniciar urgentemente as suas atividades acadêmicas”.
Wenceslau antecipou que a Câmara de Vereadores local criará uma comissão para acompanhar a instalação da Ufesba, que terá campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. Itabuna foi escolhida a sede administrativa (reitoria) da universidade.

Fonte: Pimenta.blog.com.br

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  A prova de redação é a única do Enem em que não é possível chutar. Como não existe uma fórmula ou uma receita para mandar bem, é fundamental treinar previamente.  Para facilitar sua vida, preparamos uma lista de dicas com a ajuda da professora Liliane Machado, coordenadora de Língua Portuguesa do CEL, e de Francesco Jordani, professor de Redação do terceiro ano da escola.


 Dicas para uma boa redação no Enem 2011

1) - Leia os textos da coletânea com atenção e apreenda o recorte temático efetuado por eles.
2) - Relacione tais textos com o modo como a proposta temática foi formulada. Lembre-se de que a abordagem do tema na redação deve corresponder às expectativas da banca a respeito do encaminhamento da questão.
3) - Você pode usar as ideias expostas nos textos da coletânea, mas apropriando-se delas em seu discurso, e não copiando. Tenha, no entanto, o cuidado de não fazer só isso: mostre reflexão pessoal.
4) - Encare sempre o tema como um problema, ainda que não esteja expresso dessa forma na elaboração da proposta.
5) - Após compreender o tema e o recorte já efetuado pelos textos de apoio, formule sua tese, ou seja, delimite seu ponto de vista sobre a questão problematizada.
6) - Em seguida, faça o esquema lógico de seu texto, isto é, busque três argumentos (ou ideias) que desenvolvam sua tese, seu ponto de vista, de modo pertinente, consistente e coerente. Lembre-se de ordená-los de modo a garantir a natural sucessão das ideias, a progressão temática.
7) - Ao elaborar a introdução, procure apresentar o tema de forma clara e, preferencialmente, apresente desde já a tese. Evite digressões iniciais para que o avaliador perceba com facilidade que o texto se inscreve no tema proposto.
8) - Ao argumentar, lembre-se de que os argumentos se ligam à tese, e essa, ao tema.
9) - Evite simplesmente descrever ou exemplificar: lembre-se de que tais procedimentos devem ser usados para sustentar o argumento, não valendo como tal.
10) - Prefira argumentos com o máximo de relevância possível, ou seja, de conhecimento geral, que garantam consenso em torno deles, que não sejam generalizações, opiniões ou falácias.
11) - A argumentação é o momento de apresentar fatos. O espaço da opinião é a tese defendida e sustentada pelos fatos (argumentos).
12) - Se necessário, lance mão (no início dos parágrafos) de conectivos e elementos de coesão sequencial (por exemplo: "além desse fato", "outro aspecto", "no entanto", "como consequência", "por essa razão", "desse modo" etc.) que esclareçam a progressão temática, sobretudo se achar que o vínculo semântico entre as ideias de cada parágrafo não estiver muito claro.
13) - Busque usar vocabulário que seja de seu domínio, mas evite coloquialismos.
14) - A conclusão não deve conter ideia nova, uma vez que é o resultado lógico da reflexão acerca das ideias já apresentadas.
15) - No caso do Enem, é necessário que sejam lançadas propostas de intervenção na realidade, ou seja, de solução do problema enfocado. Tais propostas serão pontuadas quanto à sua coerência com o desenvolvimento e quanto ao seu grau de especificidade.
16) - As propostas podem estar apresentadas no corpo da argumentação ou, preferencialmente, na conclusão.
17) - Não se esqueça de que a argumentação e o lançamento de propostas de solução devem respeitar a diversidade sociocultural, os direitos humanos e as questões relativas à cidadania.
18) - Faça rascunho e, ao passar a limpo, confira, principalmente, a ortografia, a concordância, a regência (crase) e a colocação pronominal e evite a repetição vocabular.
19) - Use letra bem legível e não rasure, se possível.
20) - Não se esqueça de atribuir ao seu texto um título interessante e pertinente ao tema.
21) - Procure usar elementos coesivos claros e específicos (cuidado com o uso disseminado do "isso", "por isso", "tudo isso").
22) - Evite influência da oralidade, como nas expressões "literalmente", "fora de hora", "até porque", "tipo", "sem dúvidas", "pra", "é complicado", "é claro", "acontece que", "por incrível que pareça" etc.
23) - Atenção à colocação pronominal: lembre-se de que "que" e "não" são "atrativos" do pronome ("que se disse", "não se disse"). Lembre-se também de que não se começa frase com pronome oblíquo.
24) - Atenção à regência dos verbos e nomes, principalmente quando se usa o "que" ("momento em que"; "filme a que se assistiu" etc).
25) - Cuidado com a repetição vocabular e de conectivos como "porém" e "pois". Aliás, evite começar período com esses conectivos;
26) - Evite utilizar modalizadores que expressem julgamento tais como "infelizmente", "lamentavelmente", "obviamente", "curiosamente" etc.
27) - Não se esqueça: embora creem e veem tenham perdido acento, têm e vêm, na 3 do plural continuam acentuados.
28) - Respeitem as funções anafórica e catafórica do esse (e flexões) e do este (e flexões), respectivamente.
29) - Prefira o ele/ela, se o elemento coesivo for sujeito, em vez de "o mesmo"/"a mesma", que soam deselegantes.
30) - Lembre-se de que exemplo não é argumento. A exemplificação é estratégia para dar consistência e clareza ao argumento, mas não basta por si só.
31) - Atenção à confusão entre "afim" (semelhante) e "a fim" (ter por finalidade).
32) - Não use "algo" de maneira indiscriminada (em vez de "coisa", usa-se "algo"), gerando imprecisão e demonstrando pobreza vocabular.
33) - Cuidado com a legibilidade do seu texto.
34) - Evite imprecisões como o "etc", "assim por diante", "outros mais".
35) - Cuidado com o uso da vírgula para separar sujeito de verbo, sobretudo quando o sujeito é longo.

Fonte: O Globo.com

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Veja as notícias que podem ser temas de questões da prova do Enem 2011.


  Você já deve estar até cansado de ouvir dos seus professores: no ano do vestibular, é preciso acompanhar o noticiário, seja em jornais, revistas, televisão ou internet. E eles estão certos. Segundo a professora de língua portuguesa do Liceu Franco-Brasileiro Teresa Cruz, o Enem é uma prova que exige do aluno bastante interpretação de textos, gráficos, tabelas e charges. Logo, quanto mais o estudante estiver por dentro do que está rolando no Brasil e no mundo, mais facilidade terá para identificar o que está sendo pedido em cada questão. Conversamos com professores e fizemos uma lista dos temas mais quentes do momento. Agora, é meter a cara e estudar!
CHUVAS NA SERRA: - As chuvas que castigaram a região serrana do Rio no verão podem aparecer no Enem. Segundo o professor de geografia Maurício Novaes, do CEL, a prova privilegia temas ligados à urbanização e ao meio ambiente. O impacto da ocupação desordenada de encostas e a erosão do solo estão ligados à tragédia.
COPA E OLIMPÍADAS: - Ninguém fala de outra coisa: qual será o legado da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016? O tema pode estar presente em diversas disciplinas. Na matemática, de acordo com o coordenador do pH Luís Felipe Abad, cálculos de geometria plana, como a área de um estádio, ou volume, para saber a quantidade de cimento a ser usada em uma obra, podem ser exigidos. Para Novaes, na geografia é possível tratar de investimentos em infraestrutura nas cidades-sede da Copa, crescimento do turismo e necessidade de qualificação de mão de obra para os eventos.
ACIDENTE NUCLEAR: - O terremoto no Japão e a consequente tragédia na usina de Fukushima comoveram o mundo e têm chance de cair no exame. Na parte de Ciências Naturais e suas Tecnologias, a abordagem deve envolver o que provocou o acidente e as medidas tomadas para minimizar a tragédia, assim como os efeitos da radiação e a contaminação da água e do solo. Até mesmo em história o assunto pode estar presente, principalmente relacionado à Segunda Guerra Mundial, durante a qual os Estados Unidos jogaram duas bombas atômicas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, e ao poder de recuperação japonês após os ataques.
MEIO AMBIENTE: - No ano que vem será realizada no Rio de Janeiro a conferência sobre o clima Rio 20. Nela, serão discutidas novas metas de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, entre outras medidas. Além disso, o Código Florestal, aprovado na Câmara dos Deputados e em discussão no Senado, provoca polêmica com suas propostas de mudança na legislação para crimes ambientais, exploração em áreas de preservação permanente, entre outras. Os dois temas podem ser abordados nos âmbitos da química, da biologia e da geografia. Questões sobre energias limpas, combustíveis renováveis, créditos de carbono e também os ciclos da natureza podem aparecer.
MUNDO ÁRABE: - Este ano, o mundo viu explodirem diversas revoltas nos países árabes, no norte da África e no Oriente Médio. O professor de história Ulisses Martins, do Colégio Notre Dame Recreio, diz que esses eventos podem ser ponto de partida para a cobrança de conteúdos relacionados ao imperialismo, influência americana na região, regimes totalitários e até mesmo disputas ligadas à religião. O assassinato do líder da al-Qaeda Osama Bin Laden pelos EUA pode trazer também perguntas sobre terrorismo e as guerras do Iraque e do Afeganistão.
VULCÃO CHILENO: - Um vulcão no Chile provocou a maior confusão na América do Sul, com reflexos até na Austrália e na Nova Zelândia. Na química, questões relacionadas à composição do magma, os gases emitidos e os impactos disso no solo e nos sistemas hídricos podem cair. O vulcão também pode ser o gancho para falar de fenômenos naturais também na parte de Ciências Humanas e suas Tecnologias.
DITADURA MILITAR: - A eleição da presidente Dilma Rousseff, uma ex-militante de esquerda que viveu na clandestinidade e foi presa durante a ditadura militar, gerou grande expectativa, principalmente em relação à abertura de arquivos do período. Somado a isso, há grande mobilização pela aprovação do fim do sigilo secreto de documentos do governo e a criação de uma comissão da verdade para investigar os crimes ocorridos naquela época. Ou seja, assunto quente e atual.
ANO DA QUÍMICA: - Em 2011 são comemorados o Ano Internacional da Química, os 100 anos de Marie Curie, pioneira nas pesquisas sobre radioatividade, e também os 100 anos do modelo atômico de Rutherford. Olho vivo nesses temas.
CENSO 2010: - O Enem adora um gráfico e uma tabela. Com os dados do último censo divulgados no início do ano, é bem provável que haja questões ligadas à população, com uso desses recursos.
Fonte: Agência O Globo.

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O Colápso do Movimento Tangencial Circular. Hã?

Redação Vestibular ITA 2011


  Com a Revolução Industrial e o desenvolvimento dos sistemas de produção em série, as máquinas automotivas começaram a ser fabricadas em massa na época do apogeu fordista, hoje essa demanda por automóveis somada ao inchasso urbano nas metrópoles brasileiras, por exemplo, tornaram os congestionamentos no trânsito muito comuns.
 É corriqueiro perceber o caos no trânsito, principalmente em rodovias em momento de grande fluxo como feriados. Isso se deve principalmente pelo aumento desenfreado no número de carros nas cidades pois além de servir como símbolo de liberdade e privacidade, o carro também é interpretado como referência de superioridade e prestígio social, promovendo o exibicionismo e o aumento da auto-estima das pessoas, criando assim uma massa de motoristas imprudentes e negligentes dentre os demais.
  É evidente que as indústrias da mecânica automobilística possibilitaram o desenvolvimento de áreas inóspitas a exemplo do Polo Industrial de Manaus. Porém hoje, com o amontoado dessas máquinas que foram criadas inicialmente para o lazer, o motorista se encontra preso no trânsito por várias horas seguidas, engarrafamentos e engavetamentos tornam ainda mais tensa a situação. As leis não são cumpridas, as auto-escolas formam motoristas ináptos ou imprudentes, levando a acidentes gravíssimos e uma taxa crescente de mortes no trânsito.
  Dessa forma é seguro afirmar que deve haver algumas iniciativas por parte do governo, viabilizando o investimento em transportes publicos, a melhora da infra-estrutura das cidades, e uma mobilização da massa, promovendo assim a consciêntização do público para que opte por meios de locomoção alternativos, incentivar a carona e uma melhor educação do cidadão para com o entendimento da legislação de trânsito, pois só o rodízio de placas não supre as necessidades do tráfego brasileiro.

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Editorial.

Voto nulo, voto consciente.

  A propaganda eleitoral gratuita é um desenvolvimento estratégico da "democracia" brasileira, mas é de pouco interesse por parte do público à que é destinada, o eleitorado. Nós, completamente indiferentes à situação política brasileira, discordamos parcialmente que a propaganda influencie muito na escolha do eleitor, pois não basta acompanhar o horário eleitoral da TV.
  Durante a época de eleições, as propagandas de interesse eleitoral muitas vezes são levadas na brincadeira, na ironia e no "pouco caso". Muitos jovens afirmam que o horário eleitoral gratuito serve para "poupar energia elétrica", outros dizem que quem está ganhando com isso são os donos de locadoras de filmes em DVD.
  Acredito que a propaganda eleitoral estimule a opção de facultividade do voto aos jovens, e como o povo brasileiro já não é muito culto - a propaganda serve, de certa forma, para diminuir os índices de votos brancos ou nulos.
  A propaganda eleitoral determina em parte, bem pouco, o veredicto da população, mas porquê? Existem outros inúmeros fatores que influenciam na escolha do povo, os dois principais fatores são, no caso brasileiro de ser, a avaliação de governo onde o povo recorre ao passado dos candidatos na vida política, procurando por artigos e antigos projetos, etc. Outro importantíssimo ponto e que modela a "massa de manobra" da sociedade é a questão da imagem desse candidato, não necessariamente só a imagem política.
  A população tem a sensibilidade de entender quando o candidato só quer se re-eleger, fazendo projetos de última hora. O marketing político busca "tocar" a população, que é um sentimento forte e imutávelm criando-se então gerações de famílias confiantes e devotas de certo partido ou político em si.

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