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Irã, faca de dois gumes

  O programa nuclear iraniano vem causando bastante polêmica entre as potências globais, seu novo plano de enriquecer urânio por conta própria preocupa não só à Israel, mas a toda humanidade consciente, já que o país não estava nenhum pouco interessado em propor ou aceitar acordos com o estrangeiro.
  O Irã afirma que só quer combustível e mais nada, se o plano der certo o país poderá construir Ogivas nucleares e enriquecer urânio a 20% por si só, tornando-se autônomo, mastambém possuidor dos conhecimentos necessários para se enriquecer a nível perigosamente atômico, 90%, e essa é a polêmica central que gera tanta preocupação.
  A questão leva um contra em massa porquê o Irã tem um arquinimigo, Israel, que já tem esse conhecimento e essa tecnologia em energia; e não é signatário do tratado de não ploriferação nuclear; esse fato deixa a humanidade ainda mais preocupada pela possível ameaça de um conflito atômico entre os países fanáticos religiosos, o que poderia resultar numa 3º guerra mundial.
  O ponto pertinente ao Irã é que o país está em desvantagem em relação aos vários outros países que ja usufruem dessa tecnologia útil e limpa, porém de alta periculosidade, deixando-os autônomos financeiramente e fortemente armados para qualquer possível embate, principalmente Israel que não tem acordo algum de não-uso para fins maléficos.
  O Irã é realmente necessitado dessa permissão para enriquecimento de urânio a 20% para a sua autonomia econômicae porquê não, militar? E´apenas uma forma de auto-defesa do país a qual precisamos enfrentar, o importante é fazermoscom que a humanidade, independente de qualquer ideologia, não se esqueça das consequências do uso mal intensionado dessas tecnologias, e os danos que as mesmas ja causaram anteriormente.

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Governo Dilma

Mudanças na Política Externa marcam primeiros cem dias de gestão Dilma.


Voto contrário ao Irã e aproximação com os Estados Unidos indicam que diplomatas ganham força no governo Dilma Rousseff. Na área econômica, especialistas veem menor preocupação com a inflação do que na era Lula.

Primeira mulher a presidir o Brasil, Dilma Rousseff completa neste domingo (10/04) cem dias de um mandato que, segundo recente pesquisa de opinião, conta com a aprovação de 73% da população brasileira. Considerada mais discreta e mais pragmática que seu antecessor e mentor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma vem aos poucos definindo seu próprio estilo de governar.
Apesar do pouco tempo de comando e de ter mantido vários nomes da gestão anterior, as primeiras diferenças, segundo analistas, já começam a ser sentidas, especialmente na política externa. Se com Lula o Brasil arriscou ser protagonista em alguns episódios internacionais – em boa parte deles sem sucesso, como no asilo ao então presidente hondurenho Manuel Zelaya, deposto pelos militares – a nova presidente vem mostrando ser mais sensível a críticas e favorável a uma maior atuação dos diplomatas.
Na avaliação do cientista político Carlos Pio, da Universidade de Brasília, o ex-presidente ocupou-se demais em "acalmar os grupos mais à esquerda da legenda", o que teria resultado em confronto direto com os Estados Unidos. A defesa de Lula por uma solução diplomática na questão iraniana é o caso mais emblemático, exemplifica Pio.
Lula buscou o diálogo com o governo AhmadinejadLula buscou o diálogo com o governo Ahmadinejad
"A mudança de postura [no governo Dilma] ficou clara com a votação brasileira a favor da resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU, desfavorável ao Irã [no final de março]. Isso marcou uma inversão de postura", ressalta o cientista político Christian Lohbauer, integrante do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo.
"Este governo também deve adotar, ao que tudo indica, um leve distanciamento de regimes bolivarianos na América do Sul, com os quais Lula manteve alinhamento", avalia Lohbauer. "Mas também não deve abandonar a política de protagonismo no continente", afirma.
Aproximação com os EUA
A visita ao Brasil do presidente norte-americano, Barack Obama, também foi percebida como um sinal claro de que as relações políticas e econômicas entre os dois países devem ficar mais afinadas. A diplomacia brasileira sempre tentou preservar a independência com relação aos Estados Unidos, mas na era Lula a postura do Itamaraty bateu de frente com a maior economia do mundo.
A política conduzida pelo atual ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, no entanto, visa retomar os bons laços. Em meio aos afagos do presidente norte-americano ao Brasil, Dilma pediu, durante a visita, uma parceria "entre iguais" e ressaltou a importância de se "prosseguir nas discussões para que a relação Brasil e Estados Unidos tenha resultados ainda mais positivos". O objetivo é estreitar as relações econômicas e reduzir o saldo desfavorável ao Brasil na balança comercial, que atualmente chega a 8 bilhões de dólares.
Obama e Dilma: Brasil volta a estreitar parceria com os EUAObama e Dilma: Brasil volta a estreitar parceria com os EUA
Da mesma maneira, não surpreendeu a abstenção do Brasil – junto com China, Rússia, Índia e Alemanha – na votação do Conselho de Segurança da ONU, no mês passado, que decidiu sobre o uso da força militar na Líbia. "Na retórica, a diplomacia brasileira sempre defendeu a democracia. Mas na prática, ela tradicionalmente se abstém de qualquer tipo de medida que afete a soberania dos governos nacionais, inclusive nos casos de governos autoritários", afirma Pio.
Na busca pela continuidade
Eleita em segundo turno em outubro do ano passado com 55,7 milhões de votos – cerca de 56% dos votos válidos – a grande bandeira de campanha da economista Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto era a continuidade. Já neste início de sua gestão, ela lançou a marca "Brasil, país rico é um país sem pobreza" como forma de ratificar seu compromisso com as políticas sociais e econômicas conduzidas por Lula e que renderam a ele, ao final de oito anos no poder, uma aprovação recorde de 87%.
No campo econômico, no entanto, Dilma já enfrenta dificuldades para seguir com o projeto do antecessor. Até agora não foi apontada uma solução para conter os gastos públicos e, com isso, preservar pelo menos parte do anunciado corte de R$ 50 bilhões do orçamento em programas de investimento.
Além disso, a valorização do real frente ao dólar, prejudicando a competitividade dos produtos nacionais e ajudando a desestabilizar a balança comercial, e a previsão de aumento da inflação acima das metas estipuladas tornaram-se fortes pontos de crítica da oposição.
Apesar das declarações da presidente de que "não vai negociar com a inflação", na tentativa de acalmar a população, alguns analistas afirmam não haver um grande empenho do governo em conter a alta de preços, como se via na gestão anterior.
"O Banco Central tem se mostrado não tão forte na defesa do ajuste fiscal nem suficientemente intolerante com relação à inflação", diz Pio. Na avaliação dele, o Banco Central dá sinais de que vai tolerar uma taxa acima da meta, o que seria injustificável.
Fama de durona
A fama de durona e a conhecida personalidade forte de Dilma, que militou contra a ditadura brasileira – chegando a ser presa e torturada pelo regime militar – tem sido suavizada pelas aparições em programas femininos de televisão e pela presença em exposições artísticas e apresentações culturais.
"Ela tem se mostrado mais uma boa administradora do que uma política. E, com certeza, tem personalidade própria", afirma o sociólogo Thomas Fatheuer, consultor e ex-diretor do escritório da Fundação Heinrich Böll, ligada ao Partido Verde alemão.
Em sua avaliação, a presidente tem mantido as linhas gerais do governo Lula, tanto nos avanços na área social quanto nas lacunas ainda existentes em algumas questões de sustentabilidade. Por ter sido ministra de Minas e Energia de Lula, Fatheuer diz ser "um pouco decepcionante" a falta de posicionamento claro do governo brasileiro quanto ao uso da energia nuclear e à construção da usina de Angra 3.
"Esperava uma mudança na posição do novo governo. Dilma conhece muito bem a questão da energia nuclear, e quando era ministra barrou um pouco o uso, sobretudo por achar esta energia muito cara", disse.
Autora: Mariana Santos
Revisão: Alexandre Schossler

Fontehttp://www.dw-world.de/

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O Centenário de San Tiiago Dantas e a Política Externa Independente

O Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, participa do Seminário de Abertura do "Centenário de San Tiiago Dantas e a Política Externa Independente".
Foto: Gustavo Ferreira/ MRE
30/08/2011
Fonte: http://www.flickr.com/

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Saiba a nova composição do Senado.


PMDB e PT ampliaram a bancada; PSDB e DEM perderam espaço.

Novo desenho é favorável a Dilma e complicado para Serra.


O PT conseguiu ampliar sua bancada no Senado. Foram eleitos neste domingo (3) 11 senadores do partido em 11 estados do país. O partido terá agora 14 representantes – seis a mais que na atual legislatura. O PMDB também aumentou o número de representantes, de 17 para 20.

eleiçaoSenadores eleitos no domingo (Foto: Arte/G1)
Com isso, PMDB e PT passam a ser os dois partidos com maior representação na Casa.
Os dois partidos de oposição (DEM e PSDB) perderam espaço. Serão 12 senadores a menos. O DEM elegeu dois políticos neste domingo, mas, no balanço, perdeu sete senadores na Casa. O PSDB perdeu cinco.
Além dos novos candidatos eleitos, suplentes também assumiram no lugar de senadores que ainda tinham quatro anos no cargo, mas foram eleitos governadores nestas eleições (caso de Santa Catarina, Espírito Santo, Acre e Rio Grande do Norte).
O novo desenho é favorável à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, que poderá ter uma maior base de apoio caso seja eleita. Com os partidos que compõem sua coligação, ela poderá contar com três quintos da Casa, o necessário para aprovar emendas constitucionais, por exemplo.
Para isso, ela terá que vencer o candidato José Serra (PSDB), que conseguiu levar a disputa para o segundo turno.

Conheça os eleitos e os respectivos partidos:
AC
Jorge Viana (PT)
Petecão (PMN)
AL
Benedito de Lira (PP)
Renan (PMDB)
AM
Eduardo Braga (PMDB)
Vanessa Grazziotin (PC do B)
AP
Randolfe (PSOL)
Gilvam Borges (PMDB)
BA
Walter Pinheiro (PT)
Lídice (PSB)
CE
Eunício (PMDB)
Pimentel (PT)
DF
Cristovam Buarque (PDT)
Rollemberg (PSB)

ES
Ricardo Ferraço (PMDB)
Magno Malta (PR)

GO
Demóstenes Torres (DEM)
Lúcia Vânia (PSDB)
MA
Lobão (PMDB)
João Alberto (PMDB)
MG
Aécio Neves (PSDB)
Itamar Franco (PPS)
MS
Delcídio (PT)
Moka (PMDB)

MT
Blairo Maggi (PR)
Pedro Taques (PDT)

PA
Flexa Ribeiro (PSDB)
Marinor Brito (PSOL)

PB
Vitalzinho (PMDB)
Wilson Santiago (PMDB)

PE
Armando Monteiro (PTB)
Humberto Costa (PT)
PI
Wellington Dias (PT)
Ciro Nogueira (PP)

PR
Gleisi (PT)
Requião (PMDB)

RJ
Lindberg (PT)
Marcelo Crivella (PRB)
RN
Garibaldi Alves Filho (PMDB)
José Agripino (DEM)
RO
Valdir Raupp (PMDB)
Ivo Cassol (PP)
RR
Romero Jucá (PMDB)
Angela Portela (PT)
RS
Paim (PT)
Ana Amélia Lemos (PP)
SC
Luiz Henrique da Silveira (PMDB)
Paulo Bauer (PSDB)
SE
Eduardo Amorim (PSC)
Valadares (PSB)
SP
Aloysio Nunes (PSDB)
Marta Suplicy (PT)
TO
João Ribeiro (PR)
Marcelo Miranda (PMDB)
Fonte: http://www.g1.globo.com/politica/

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Por telefone, Chávez diz a Dilma que vai garantir recursos para refinaria.


Refinaria Abreu e Lima (PE) é uma parceria entre Petrobras e PDVSA.
Chávez também disse que está se recuperando bem de retirada de tumor.

Sandro LimaDo G1, em Brasília
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, telefonou nesta sexta-feira (9) para a presidente Dilma Rousseff e disse que vai garantir o aporte de recursos necessários para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, informou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto. A refinaria é fruto de uma parceria entre a Petrobras e a estatal venezuelana de petróleo PDVSA.
O acordo entre Brasil e Venezuela para a construção da refinaria foi assinado em 2005, durante o governo Lula. O custo total da obra, segundo estimativas de mercado, é de R$ 26 bilhões. Pelo acordo, Petrobras e PDVSA arcariam com R$ 16 bilhões, e o restante seria proveniente de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Fonte: http://g1.globo.com/politica/

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PGR pede no Supremo suspensão de nova regra de licitação para a Copa.


Regime diferenciado flexibiliza regras de contratações para obras do mundial.
Norma, criada por medida provisória, foi aprovada pelo Congresso em julho.

Débora SantosDo G1, em Brasília
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou nesta sexta-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal (STF) ação em que pede a suspensão das novas regras de licitações para as obras da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, conhecidas como Regime Diferenciado de Contratações (RDC).
Para Gurgel, flexibilizar as exigências de contratação são um risco para o patrimônio público e para a organização dos eventos. Na ação, o procurador cita a experiência do Brasil na organização dos Jogos Pan-Americanos de 2007De acordo com o procurador, a nova norma, criada por medida provisória e aprovada pelo Congresso em julho, não pode ser aplicada porque desobedece a Constituição. Gurgel explica que, segundo a lei, obras, serviços, compras e alienações têm de ser contratados em processo de licitação pública com “igualdade de condições a todos os concorrentes”.
“Por ocasião dos Jogos Panamericanos de 2007, a União, Estado e Município do Rio de Janeiro não conseguiram organizar-se e identificar as obras e serviços que deveriam ser realizados. Essa foi uma das razões para que o orçamento inicial do evento, de 300 milhões de reais, tenha sido absurdamente ultrapassado, com um gasto final na ordem de 3 bilhões de reais”, disse o procurador-geral.

Outros problemas do regime diferenciado, segundo Gurgel, são é a permissão para que o projeto básico e a execução da obra ficarem a cargo da mesma empresa e de os contratos serem firmados sem definição prévia do objeto.
No texto, o procurador se refere a “deficiências graves” no planejamento e organização do mundial e da Olímpiadas por parte do governo. O relator da ação no Supremo será o ministro Luiz Fux.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/

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Marco Maia elogia senador cotado para a liderança do governo.


Maia pediu à sua assessoria que divulgasse comentário na internet.
Palácio do Planalto não confirma a indicação de senador para o cargo.

Sandro LimaDo G1, em Brasília
José Pimentel (PT-CE) foi ministro da Previdência entre 2008 e 2010 e deputado federal por quatro mandatos (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado )Vice-líder no Congresso, José Pimentel (PT-CE)
afirmou que vai se pronunciar após Planalto
oficializar indicação (Geraldo Magela/Ag. Senado )
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), “elogiou” nesta sexta-feira (9) o nome do senador José Pimentel (PT-CE) para a liderança do governo no Congresso. De Paris, onde participa da Conferência de Presidentes das Assembleias do G8 e de países em desenvolvimento, Maia ligou para o Brasil e pediu que sua assessoria divulgasse a informação.
“Marco Maia elogia a indicação de José Pimentel para a Liderança do Governo no Congresso”, postou a assessoria de Maia em seu Twitter. Em e-mail divulgado por sua assessoria, Maia afirmou ainda que “esta é uma decisão acertada da presidenta Dilma. Conheço o trabalho e comprometimento de Pimentel há muito tempo. É uma pessoa íntegra, com experiência e irá contribuir muito no debate dos projetos de interesse do país no Congresso Nacional”.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/

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Defesa diz que Dirceu não controlava PT na época do mensalão.


Ex-ministro do governo Lula é apontado pelo MPF como 'chefe da quadrilha'.
Nas alegações, defesa diz que Dirceu não tinha influência nas contas do PT.

Débora SantosDo G1, em Brasília
Apontado pelo Ministério Público Federal como “chefe da quadrilha”, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu negou que tivesse controle sobre o PT na época do mensalão, o suposto esquema de compra de apoio político de parlamentares durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva Lula.
Um dos 38 réus na ação penal que apura o caso, o ex-ministro entregou nesta quinta-feira (8) ao Supremo Tribunal Federal (STF) suas alegações finais no processo.
O ex-ministro José Dirceu atrás de Lula e de Dilma no congresso do PT (Foto: Reuters)O ex-ministro José Dirceu atrás de Lula e de Dilma
no congresso do PT no começo de setembro (Foto:
Reuters)
Na última defesa antes do julgamento, os advogados do ex-ministro negaram envolvimento do ex-ministro nos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha.
No documento, a defesa nega que Dirceu tivesse conhecimento do que acontecia nas contas do PT, controladas na época pelo ex-tesoureiro Delúbio Soares, e afirma que não há provas para “sustentar que José Dirceu integrava ou chefiava uma quadrilha”.
“A prova judicial assegurou que José Dirceu se dedicava exclusivamente ao governo, não comandava os atos dos dirigentes do PT, não tinha controle nem ciência das atividades de Delúbio Soares”, afirmou a defesa.
A defesa de Dirceu repetiu argumentos dos advogados de outros réus, que negaram a existência do suposto esquema de corrupção, revelado em 2005 pelo ex-deputado federal e presidente do PTB, Roberto Jefferson.
“Se é insustentável a acusação de formação de quadrilha, a análise do processo demonstra que também não foi provada a existência da imaginada compra de votos ou mesmo a participação de José Dirceu nos repasses de valores que a denúncia tipifica como corrupção ativa”, afirma a defesa assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Rodrigo Dall’Acqua.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/

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